Com muito orgulho, o Estação Geek (de forma épica) teve acesso aos sete primeiros episódios da nova série da Marvel em parceria com a Netflix, Jessica Jones. A produção estreia no próximo dia 20 e tem como inspiração a HQ (Alias) do selo Marvel Max escrita pelo experiente e quase “dono” da Marvel, Brian Michael Bendis (consultor criativo da série) e desenhada por Michael Gaydos, que tem nítida influência logo na abertura da série.

Esta é a segunda série da Marvel no popular serviço de streaming, criada por Melissa Rosenberg, após o sucesso absurdo de DemolidorO novo programa é estrelado pela atriz Krysten Ritter (que inclusive estará no Brasil em dezembro para a CCXP 2015 para promovendo o seriado e que pode trazer ainda o ator David Tennant que interpreta o temível vilão Killgrave / Homem Púrpura.

O elenco também é acompanhado por: Mike Colter (Luke Cage), Rachael Taylor (Trish Walker), Carrie-Anne Moss (Harper), Eka Darville (Malcolm), Erin Moriarty (Hope) e Wil Traval. Jessica Jones está sendo produzido pela “showrunner” Melissa Rosenberg (Crepúsculo, Dexter), e Liz Friedman (Elementary), juntamente com Jeph Loeb (Agents of SHIELD) que serve também como chefe de televisão da Marvel.

Com um tipo de narrativa diferente da aclamada série do Demolidor, temos aqui um enredo mais linear que pode deixar alguns espectadores confusos no começo, apresentando eventos passados que vão sendo revelados ao longo dos episódios iniciais. A investigação é um ponto bem recorrente dentro de JJ, com a aparição de Luke Cage (Mike Colter) – que está incrível! -, em seus primeiros minutos já nos convence no papel, de que o herói de aluguel está bem representado, (apesar de muitos preferirem o ator Terry Crews). Já o antagonista (Killgrave ou Homem Púrpura como preferir),  é quem “rouba” a cena como o seu poder assustador de controlar as pessoas. Como outro ponto de relevância dentro da trama de JJ temos ainda a relação mal resolvida com a irmã Trish.

Ao contrário de Demolidor, que foi recheado de lutas incrivelmente bem coreografadas, JJ dispensa a ação para dar lugar à bebedeira e ao sexo, que são recorrentes nestes primeiros episódios. Esta primeira metade da temporada apresenta elementos inexplorados anteriormente pela Marvel nas telas e deixar no ar muito espaço para uma grande conclusão.

Concluindo, a série chega mantendo o ótimo nível, que conhecemos em sua antecessora, sendo recomendável não começar a assistir achando que se trata de um “novo Demolidor”, pois não é o caso. Jessica Jones é uma investigadora particular, cheia de fantasmas próprios e traumas sendo sem dúvida uma das novas personagens mais populares da Marvel da última década,  devido a HQ que inspirou a série. Com isso tudo podemos afirmar que as séries da Marvel/Netflix terão um tom bem diferente do MCU e de Agents of SHIELD, mas nem por isso deixam de ser imperdíveis. Resta esperar pelos próximos episódios e nossa resenha completa.

PS: Obrigado Netflix, pela cortesia!

3 COMENTÁRIOS

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui