Resenha Crítica | Eden

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Eden é mais um anime original Netflix que chega com pompa ao catálogo. Mas, está a altura das expeectativas?

Baseado no mangá homônimo de Tsuyoshi Isomoto, Eden conta a história de um mundo no qual se passaram 1000 anos desde que os humanos desapareceram da face da Terra.

Nesse futuro distópico, vemos apenas robôs que trabalham cultivando e coletando maçãs. Porém, um par de robôs acaba se deparando com uma criança humana chamada Sara, e eles acabam decidindo criá-la, mesmo que isso signifique violar as regras.

Conforme vai chegando a idade adulta, Sara vai ficando cada vez mais curiosa sobre suas origens e começa a tentar descobrir se existem outros humanos neste mundo. Tudo isso enquanto o robô Zero – uma espécie de ditador robótico do mal – busca encontrá-la e eliminá-la, pois vê os humanos como seres nocivos ao planeta.

O visual do anime, todo em computação gráfica, é bem bonito, em especial no que diz respeito a composição dos cenários. Mas, o cel shading, em minha humilde opinião, sempre deixa a deseja em relação aos personagens humanos, visto que acabamos perdendo a naturalidade de suas expressões.

A dublagem em inglês conta com algumas estrelas consagradas, como: David Tennant, Rosario Dawson e Neil Patrick Harris. Ainda assim, tanto a versão brasileira, quanto a original japonesa, não ficam devendo em nada.

A equipe por trás do anime é excelente! Começando pelo diretor Yasuhiro Irie, que também dirigiu o aclamado Fullmetal Alchemist: Brotherhood. Entretanto, o resultado final acaba ficando um pouco aquém das expectativas.

A história, embora não seja super original, é cativante o suficiente para manter o espectador engajado durante seus 4 episódios e nos traz uma visão otimista da humanidade.

Indico principalmente para assistir com crianças – já que seria algo similar a um sci-fi distópico versão mamão com açúcar – ou para os que não são tão familiarizados com animes.

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